Marta Pinto
Marta Pinto é artista plástica e o seu trabalho nasce da necessidade da expressão emocional. Explora a cor, a fantasia, o maximalismo, os volumes e a relação entre diferentes materiais como forma de dar corpo ao seu universo interior.


O seu percurso criativo teve início em 2012, na área da moda, onde trabalhou durante vários anos como designer. Esse período foi fundamental para a construção do seu olhar estético, da atenção ao detalhe e da sensibilidade narrativa. Com o passar do tempo, sentiu a necessidade de se reinventar e de procurar uma prática artística mais intuitiva e pessoal.
Em 2024, a argila entrou na sua vida de forma transformadora. A “cerâmica fria” surgiu como um espaço de refúgio e ligação interior, abrindo um novo universo criativo que redefiniu o seu caminho. Atualmente, dedica-se exclusivamente à arte, trabalhando entre a pintura e a escultura, explorando várias técnicas e materiais.
Destacam-se no seu trabalho as máscaras e figuras provenientes do seu imaginário. As máscaras de diabinhos coloridos e outras personagens fantásticas assumem-se como objetos artísticos e narrativos, carregados de simbolismo. Representam força, alegria e resiliência, refletindo emoções humanas e histórias interiores. Cada diabinho é único e tem associado um conto antigo que lembra as histórias contadas pelos avós.
As imperfeições fazem parte do seu processo criativo e são intencionais. Celebram a autenticidade e a beleza do imperfeito, valorizando a expressão acima da perfeição.
Assumidamente maximalista, o seu trabalho é marcado por uma explosão de cor.
Marta Pinto acredita na arte como um espaço de memória, fantasia e emoção, capaz de proporcionar aos adultos um reencontro com o encanto da infância e de criar pontes entre diferentes tempos e gerações.
Este é o caminho que segue atualmente: um percurso artístico honesto, intuitivo e profundamente pessoal.